Impactos do COVID-19 em Espanha

Conheça os impactos do COVID-19 em Espanha e as medidas de apoio que estão a ser tomadas



SETORES COM MAIORES CONSTRANGIMENTOS NESTE MERCADO
    Setor Agroalimentar: A inflação em abril foi de –0,7%, o nível mais baixo em quatro anos, enquanto os preços dos alimentos e bebidas aumentaram 4% (o nível mais alto desde 2013) e os dos frescos aumentaram 6,9%. Enquanto os preços em geral descem pela fragilidade do consumo e da procura provocada pelo confinamento e perspetivas de difícil recuperação económica, os preços dos alimentos sobem: os de frutas frescas 12.8%, peixe fresco ou refrigerado 10.5%, carne de porco 8.2%, açúcar 7.9%, legumes e verduras 5.8%, carne de frango e peru 5%, comida para bebe 4.6%, peixe congelado e frutas enlatadas ou processadas 3.7%.

    Setor da Moda: O Governo corrige decisão e autoriza os saldos desde que o tráfego de pessoas nas lojas possa ser controlado. A proibição dos saldos foi uma decisão fortemente contestada pelo setor da moda, com enormes stocks a escoar por forma a conseguir a desejada liquidez.

    A nova normalidade deixa de lado a moda. Estudo da Kantar avança que 13% dos consumidores aguardará ainda uma semana para comprar moda depois da reabertura das lojas e 26% nem pensou em quando voltará a comprar artigos de moda. Depois de abrirem as lojas, 55% dos consumidores afirmam que só irão comprar moda quando for "imprescindível”.

    No primeiro trimestre do ano, quase 30% dos operadores de moda reduziram entre 5% e 20% os pedidos e 21% recortou entre 20% e 50%. Na segunda metade de 2020 e de acordo com estudo da McKinsey "Time for change”, 49% das empresas de moda irão reduzir de 20% a 50% o volume de pedidos e encomendas junto dos seus fornecedores. A McKinsey aponta para a necessidade de aproveitar a oportunidade para mudar os modelos de sourcing e de transformação da cadeia de fornecimento. O estudo elabora sobre a substituição dos provenientes da China por outros mercados do Sudeste Asiático, América ou países europeus.

    Mango, Cortefiel, Carolina Herrera e até um total de 103 marcas dos principais grupos e multinacionais presentes no sector do retail em Espanha reclamam medidas legislativas que lhes permitam a renegociação dos contratos de arrendamento em "equidade” face aos senhorios e como consequência direta do decréscimo de receitas pela COVID-19.

    O Corte Inglês, 3ª maior cadeia do mundo de armazéns por volume de negócios, vai reduzir vendas no valor de 2.000 milhões nos três primeiros meses do ano. As vendas do grupo em março e abril caíram entre 50% e 55% e o volume de negócios decresceu entre 60% e 65%. A empresa fechou a 14 de março todos os departamentos com a exceção da área de supermercados e para-farmácia. As vendas de alimentação, que representam 20% das receitas, aumentaram 40% com o estado de alarma, assim como a venda online que duplicou as vendas nesse período.

    Setor do Calçado: Com o intuito de apoiar o regresso à atividade nas pequenas sapatarias, o centro do calçado INESCOP elaborou um documento onde propõe um conjunto de medidas para uma reabertura com segurança onde não faltam referências a luvas, gel hidroalcoólico, máscaras, meias descartáveis e tudo sobre como manter a limpeza e desinfeção regular das lojas quando abram ao público, pelo menos duas vezes por dia, com especial atenção às superfícies de contacto frequente, como os balcões de atendimento, telefones, painéis separadores, teclados e terminais de pagamento.

    Com base nas diretrizes do Ministério da Saúde, as lojas do calçado deverão ter um limite de capacidade de 30% e uma distância interpessoal de 2 metros. Na eventualidade de não se poder aplicar esta distância somente se permitirá a entrada de um só cliente. Também se prevê a implementação de um horário para maiores de 65 anos. www.revistadelcalzado.com

    Fileira Casa: Alguns profissionais da arquitetura e decoração têm-se debruçado sobre os cenários pós-pandemia e chegam à conclusão que, num futuro próximo, se procurarão soluções mais práticas e funcionais. Segundo Alejandro Jiménez, de CMYK Arquitectos, a tendência está a regressar à utilização de materiais autóctones e naturais tais como a pedra, a madeira, o alumínio e a cerâmica. Segundo Diego Gomez, do Cid Studio Interiorismo, a tendência é substituirmos as portas dos armários pela cerâmica que é mais fácil de limpar. Por outro lado, a arquiteta Teresa Sapey defende que a tendência de utilização de papéis pintados em áreas húmidas  como a cozinha e casa de banho tendem a desaparecer, com a exceção dos chamados papéis vinílicos que são fáceis de limpar.

    Depois de épocas de crise impõem-se estéticas determinadas e as previsões vão no sentido de um estilo mais minimalista, mais funcional, casas funcionais e fáceis de limpar. Por outro lado, o teletrabalho o vai introduzir alterações ao espaço habitacional com a conversão de espaços da casa em escritórios. Os chamados home office acabarão por sair do canto residual onde costumam estar destinados para passarem a ocupar espaços mais amplos.

    E-Commerce: De acordo com o estudo marketplace 2000 realizado por TandemUp, os pedidos online aumentaram 39% desde 14 de Março e 47% dos confinados afirmam ter aumentado o seu ticket médio de pedidos. A eletrónica continua a liderar as compras em marketplaces (78%), seguindo-se produtos para o lar (65%) e informática (62%). As mulheres compraram em maior proporção produtos para o lar, moda, papelaria e beleza, enquanto os homens se inclinaram mais para os produtos de eletrónica. Os jovens de entre 18 e 30 anos compram uma média de 6 categorias de produtos em marketplaces, média essa que desce até 4,5% dentro da faixa de idade que vai desde os 45 aos 65 anos de idade.

    Nas pesquisas online, os produtos com descontos e saldos aumentaram 22% nomeadamente em categorias como ‘jardim e brico’ ,‘informática & eletrónica’, ultrapassando as de ‘supermercados e hipermercados’, que eram o foco das preferências digitais no período anterior. Por produtos, os artigos mais procurados foram: piscinas, churrascos, móveis de exterior, televisão, ar condicionado, frigoríficos e laptops: https://www.tradesport.com/ANY/20200513/trafico-tiendas-aumenta-28-primera-semana-desescalada.aspx.

    O E-Commerce já não é só um canal para grandes empresas mas é também utilizado, cada vez mais, por PME e startups para poder chegar aos seus clientes, uma tendência com maior peso com a crise da COVID-19. No entanto, para cumprir as expectativas do cliente de um canal altamente dinâmico, tanto as PME como as grandes empresas necessitam construir uma logística capaz de garantir a rapidez e precisão das entregas a 100%.

    Setor automóvel: O Clúster de la Industria de Automoción de Cataluña (CIAC) lança um marketplace para la industria del automóvil, onde as empresas do setor automóvel podem mostrar e promover os seus produtos, serviços, fazer webinars ou seminários, fruto da política de procura de fornecedores locais. Por agora, este marketplace está aberto apenas para os sócios do Cluster, mas esperam, no futuro, abri-lo a empresas não sócias.

    As associações de fabricantes de veículos e componentes, ANFAC e SERNAUTO, e as de distribuição e comercialização FACONAUTO e GANVAM, explicam o seu plano de choque ao Governo. É essencial um impulso do investimento e da indústria 4.0 com especial enfase para as empresas que permitem manter e incrementar os investimentos em inovação e possibilitam avançar, com mais rapidez, no processo de transição tecnológica e meio ambiental, por forma a cumprir os objetivos normativos estabelecidos pela UE.

    A indústria espanhola de Componentes Auto reinicia a sua atividade com certa dificuldade. Desde 13 de Abril, 90% dos fornecedores da indústria automóvel instalados em Espanha reiniciaram a sua atividade industrial de forma escalonada e gradual. Os 10% restantes fá-lo-ão ao longo do mês de maio. A principal dificuldade com que se encontram as empresas ao regressar à atividade foi a baixa procura de pedidos (72%), a falta de aprovisionamentos EPIS (45%) e a necessária reorganização dos postos de trabalho para cumprir com as normas de prevenção e segurança no trabalho pós-COVID-19.

    Setor do Material Elétrico: A entrada de pedidos da Plataforma Electronet e-commerce, Plataforma por onde se move uma elevada percentagem de transações entre fabricantes e Distribuidores de Material Elétrico, continua a recuperar e os pedidos atingiram o seu nível mais alto na semana de 4 a 10 de maio. No entanto desde o inicio da queda em março, os pedidos tramitados decresceram 27,7%, alcançando, no primeiro quadrimestre, uma redução de 13,1%.

    Setor Farmacêutico: Os grandes grupos farmacêuticos espanhóis (Almirall, Biosearch, Faes Farma, Grifols, Oryzon Genomics, PharmaMar, Reig Jofre e Rovi) cresceram 20% e duplicaram os lucros líquidos no primeiro trimestre, em conjunto 342,5M€, impulsionados pelos lucros de 70,5M€ da PharmaMar. O lucro operacional bruto (EBITDA) aumentou entre janeiro e março para cerca de 571 milhões de euros (mais 35% em relação ao ano anterior).

    A PharmaMar decidiu avançar com a proposta de distribuir os lucros de 2019 entre os seus acionistas, apesar da crise do coronavírus, de modo a entregar pela primeira vez um dividendo de 0,04 euros brutos por ação em 30 de junho, correspondente a um desembolso total de 8,9 milhões de euros.

    Setor do Turismo: De acordo com um inquérito da EY Parthenon metade dos espanhóis não irá viajar por turismo este verão, 37% irá optar pelo turismo interno e apenas 9% considera viajar ao estrageiro.

    De acordo com fontes do setor, as previsões indicam que numa primeira fase, nos deslocaremos menos. O primeiro segmento afetado será o das viagens de negócios. No curto prazo, o automóvel passará a ser o meio de transporte preferido. Nos aeroportos serão implementadas medidas sanitárias. Por exemplo, a AENA, entidade pública que administra a navegação aérea civil Em Espanha, pretende limitar o acesso de acompanhantes no aeroporto, assim como reduzir os assentos nas zonas de espera. As casas rurais começam a ter reservas a partir de Junho posicionando-se como uma opção cada vez mais aliciante para este Verão. De acordo com o portal Rusticae os seus alojamentos provavelmente superarão 70% de reservas a  partir de 15 de Julho. Por outro lado, as caravanas e as roulottes passam a ter uma procura acentuada, segundo a plataforma de aluguer Indie Campers. Já o Airbnb informa que as reservas dizem respeito sobretudo a estadias mais longas e mais próximas às zonas residenciais. Na restauração, a campanha "salvemos nuestros restaurantes” de eltenedor.es, com quase 1.900 restaurantes associados, angariou mais de 350.000 euros em cupões de reservas que o cliente paga antecipadamente e que poderá utilizar quanto os restaurantes abrirem: https://elviajero.elpais.com/elviajero/2020/05/14/actualidad/1589457037_676931.html. Aproximando-se o termo do atual estado de alarme a 23 de maio, o Governo irá solicitar o 5º prolongamento até 7 de junho, eventualmente baseado num sistema de co-governação mais adaptado e com maior envolvimento das Comunidades Autónomas na implementação das medidas tomadas.

    A 18 de maio, todo o território espanhol passou à fase 1 à exceção de Madrid, Barcelona e partes de Castela-Leão. Os três que permanecem na fase 0 vêm alteradas algumas das limitações, sendo que se permite a abertura do comercio de retalho sem agendamento prévio e a reativação de serviços sociais, trabalho de administração e/ou limpeza em centros educativos e a abertura de lugares de culto com máximo de 1/3 de capacidade. Na fase 1, acrescem as atividades de caça e pesca e a possibilidade de lojas maiores até 400m2 também poderem abrir ao público.

    índice de produção industrial (IPI) caiu 12,2% no mês de março, em comparação com o período homólogo do ano passado. O setor automóvel e, em menor medida, a fabricação de produtos metálicos foram responsáveis por 40% da quebra sofrida pela indústria espanhola refletindo a forte dependência da indústria espanhola do setor automóvel e a paralisação total do setor afetado pelo confinamento do mercado espanhol, falta de componentes procedentes da China e encerramento dos mercados clientes europeus.

    Por setores, os bens de equipamento (que incluem a fabricação de veículos) e os bens intermédios são os que em maior medida explicam a negativa evolução do índice geral e pelo contrário, os bens de consumo (duradouro e não duradouro) contribuem em menor medida. O sector energético, a indústria de papel e a depuração e distribuição de água aumentaram a produção no mês de março.

    No mês de abril a quebra do setor industrial deverá ser ainda superior e os valores relativos ao mês de maio, apesar da retoma gradual de atividade do setor automóvel, serão ainda relevantes, tendo em conta que Madrid e Barcelona, com um peso significativo na indústria espanhola, continuam na fase zero do desconfinamento.

    O Banco de Espanha reviu em baixa as previsões para a economia espanhola, antecipando uma recessão mais profunda e prolongada do que inicialmente previsto. As atuais previsões estimam uma recessão muito severa este ano de entre 9,5% e 12,4%, seguida de uma recuperação de entre 6,1% e 8,5% em 2021, insuficiente para recuperar em 2021 o nível de atividade anterior de 2019. O governador do Banco de Espanha advertiu que a economia espanhola é mais vulnerável à crise sanitária do que a de outros países devido ao peso muito elevado do turismo, hotelaria e comércio, as atividades mais afetadas pela pandemia, para além da forte presença de pequenas e médias empresas e o elevado grau de sazonalidade do emprego que colocam o tecido empresarial espanhol numa posição de maior vulnerabilidade. Por outro lado, o Banco de Espanha considera necessária uma ambiciosa agenda de reformas estruturais, já necessárias antes da crise, que neste momento passam a ser mais urgentes, nomeadamente revisão de incentivos fiscais, investimento em capital humano, despesa eficiente em investigação e desenvolvimento, regulamentação do mercado de trabalho assim como a definição de uma estratégia de redução de desequilíbrios fiscais a implementar logo que termine a urgência da pandemia.

QUAIS OS PRINCIPAIS PROBLEMAS QUE SE IDENTIFICAM A NÍVEL LOGÍSTICO?
    Mantém-se confinamento e mobilidade reduzida de trabalhadores - apenas para os que não possam teletrabalhar.

    Teletrabalho possivelmente prolongado até final de junho.

    Setores do turismo, restauração, lazer e cultura possivelmente adiados até ao final do ano.

    O desafio é retoma gradual da atividade económica.

QUAIS OS PRINCIPAIS CONSTRANGIMENTOS NÃO LOGÍSTICOS QUE EXISTEM?
    Ausência de atividade com impacto na quebra da procura (associada ao aumento da incerteza, desemprego, corte de remunerações). Quebra das vendas, falta de liquidez para proceder a pagamentos, necessidade de flexibilizar leis e procedimentos relacionadas com despedimentos temporários.

QUAIS AS PRINCIPAIS MEDIDAS QUE O GOVERNO ESTÁ A IMPLEMENTAR PARA REDUZIR OU MITIGAR AS CONSEQUÊNCIAS DO CORONAVÍRUS?
    Medidas aprovadas ou anunciadas esta semana:

    Para além do prolongamento do regime de lay off simplificado governo até 30 de junho (com a possibilidade de manter o regime especial de lay off após 30 de junho nos setores mais afetados), sindicatos e patronal chegaram a um acordo adicional para a flexibilização da exigência de manter o emprego durante seis meses no âmbito do regime de lay off simplificado (já que as empresas estavam sujeitas à obrigatoriedade de manter o nível de emprego pelo prazo mínimo de seis meses). Este novo acordo abre a possibilidade de realizar despedimentos para empresas que apresentem uma elevada variabilidade ou sazonalidade do emprego, especialmente relevante nos sectores de atividades turísticas, comércio, agricultura ou espetáculos.

    Avais do Estado. Os bancos terão já utilizado mais de 36.000M€ dos mais de 60.000M€ de avais aprovados. O governo espanhol irá aprovar uma quarta tranche de avais, 20.000 M€ adicionais (atingindo 80.000M€ do total previsto 100.000 milhões de euros) com garantia pública de até 80% dos empréstimos, através do ICO Instituto de Crédito Oficial, fundamentalmente destinados a PME e trabalhadores independentes.

    O governo espanhol estuda uma Reforma fiscal que deverá afetar as seguintes áreas:

    - Novo imposto sobre o património sobre "grandes fortunas” com um património superior a 1M€ (1M€ taxa de 2%; 10 a 50M€ 2,5%; 50 a 100M€ 3% e mais de 100M€ 3%).

    - IRPF (equivalente ao IRS): estará previsto um aumento de até 4 pontos da taxa marginal para os rendimentos mais elevados. Para rendimentos acima de 130.000 € aumento de 2 pontos, rendimentos acima de 300.000€ aumento de 4 pontos, resultando taxas marginais máximas de 50% e 52% na Catalunha e de 52% e 47,5% na Comunidade de Madrid, respetivamente, para os rendimentos referidos.

    - Imposto de Sociedades (equivalente ao IRC): taxa mínima efetiva de 15%, no caso da banca e empresas do setor petrolífero será 18% e taxa de 5% sobre os dividendos das empresas.

    - Nova lei de luta contra a fraude e evasão fiscal: proibição de pagamento em dinheiro acima de 1.000 euros.

    - Taxa Google: aplicadas a empresas com volume de negócios online superiores a 750M€ a nível mundial e rendimentos derivados de serviços digitais superiores a 3M€ em Espanha.

PRINCIPAIS MEDIDAS PRECONIZADAS PARA REINÍCIO DA ATIVIDADE ECONÓMICA
    Quatro fases, com início a 4 de maio e duração total mínima de 8 semanas. Base de análise: província (existem 50, das quais 7 transfronteiriças com Portugal). A passagem de fase dependente de 4 marcadores: Capacidade do sistema sanitário (cuidados intensivos); Situação epidemiológica (taxa de contágios); Cumprimento das medidas de proteção coletiva nos centros de trabalho, comércios e transportes; Dados de mobilidade e socioeconómicos.

    Fase 0, Preparação:
  • Passeios de adultos que vivam juntos
  • Desporto de forma individual
  • Abertura de pequenos comércios com pré-agendamento (restaurantes para take-away)

  • Fase 1, Inicial:
  • Deslocações dentro da província
  • Abertura do pequeno comércio
  • Abertura de esplanadas (max. 30% capacidade)
  • Abertura de hotéis e AL excluindo zonas comuns

  • Fase 2, Intermédia:
  • Abertura de restaurantes para serviço de mesas com capacidade limitada
  • Abertura de cinemas e teatros (limitados a 1/3 da capacidade)
  • Início de atividades culturais com menos de 50 pessoas (400 se ao ar livre)
  • Escolas e centros educativos (reforço)

  • Fase 3, Avançada:
  • Restauração (redução das restrições) mas sempre com estrita separação de público
  • Flexibilização da mobilidade interprovincial
  • Ampliação da ocupação dos espaços até 50%


Nota: Tendo em conta o rápido desenvolvimento da pandemia COVID-19 e dos seus impactos na economia dos diversos países, a informação constante nesta página poderá não corresponder à totalidade da informação do mercado disponível e poderá ficar temporariamente desatualizada.

Última atualização: 22 de Maio de 2020.


FONTE:
AICEP PORTUGAL GLOBAL. Covid-19: Impacto nos Mercados. Disponível em: https://www.portugalexporta.pt/mercados-internacionais/impacto-covid-19
Acesso em: 22 de Maio de 2020