Principais momentos do plano de saída do Reino Unido da União Europeia

Cronologia

Os principais acontecimentos do Brexit

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31 de janeiro de 2020 - entrada em vigor do Brexit. O Reino Unido deixa de pertencer à União Europeia.

28 de outubro de 2019 - Donald Tusk, presidente do Conselho Europeu, comunica a aceitação da União Europeia relativamente a um novo adiamento do Brexit para 31 de janeiro de 2020.

21 a 24 outubro de 2019 - Parlamento Europeu reúne em Estrasburgo, pela última vez antes do Brexit, assinalando a saída dos representantes do Reino Unido.

19 de outubro de 2019 - A Câmara dos Comuns reuniu-se para debater e votar o acordo para o Brexit que o primeiro-ministro, Boris Johnson, negociou com Bruxelas. Johnson pede à UE uma extensão do prazo de saída até 31/01/2020, para que possa apreciar o texto do acordo. 

17 e 18 outubro de 2019 -  Líderes de Governo dos países da União Europeia reúnem com Boris Johnson, para discutir os termos da saída do Reino Unido.Os líderes europeus apoiam o acordo conseguido pelas equipas do Governo britânico e da Comissão Europeia e incentivam a que sejam dados todos os passos para que possa entrar em vigor a 1 de novembro.

15 outubro de 2019 - Ministros dos Negócios Estrangeiros dos países membros da União Europeia reúnem-se no Luxemburgo, para discutir o Brexit.

14 outubro de 2019 -  Fim da suspensão do Parlamento

10 de setembro de 2019 - Parlamento é suspenso, após pedido por Boris Johnson à Rainha. 

28 de agosto de 2019 - Boris Johnson pede à Rainha suspensão do Parlamento britânico com o objetivo de impedir que os deputados consigam aprovar medidas que travem uma saída sem acordo da União Europeia. No dia seguinte, a Rainha aprova a suspensão do Parlamento até dia 14 de outubro. 

27 de agosto de 2019 - líderes de partidos de oposição a Boris Johnson reúnem para discutir formas de travar Brexit sem acordo. 

24 de julho de 2019 - após novas eleições internas no Partido Conservador, Boris Johnson toma posse como primeiro-ministro. O novo primeiro-ministro garante que a 31 de outubro o Reino Unido sairá da UE, com ou sem acordo.

24 de maio de 2019 - a primeira-ministra sofre nova derrota no Parlamento, dias antes, ao ver rejeitada a realização de um novo referendo. A 24 de maio, Theresa May demite-se da liderança do Partido Conservador. 

10 de abril de 2019 - pela terceira vez, Theresa May vê o seu acordo de saída chumbado. A primeira-ministra britânica pede aos membros da UE um adiamento mais longo. O Brexit é adiado pela segunda vez, para 31 de outubro de 2019. 

21 de março de 2019 - a poucos dias da data de saída do Reino Unido da EU, os 27 estados-membro aceitam o prolongamento do Brexit. 22 de maio é a nova data prevista para a saída.

12 de março de 2019 -  os deputados britânicos rejeitam, pela segunda vez, a proposta de Theresa May para o Brexit. Faltam 16 dias para a saída da UE. 

18 de janeiro de 2019 - vários deputados demitem-se dos seus partidos, alegando motivos que incluem o Brexit.

16 de janeiro de 2019 - Theresa May enfrenta nova moção de censura, após os deputados terem rejeitado o acordo do Brexit. A primeira-ministra vence novamente, com um número menor de apoiantes, 325 contra 306.
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12 de dezembro de 2018 - Theresa May enfrenta moção de censura, despoletada pelos deputados conservadores, descontentes com o trabalho da primeira-ministra. Theresa May vence por 200 contra 117, mas sem confiança.

14 de novembro de 2018 - Theresa May aceita acordo de saída do Reino Unido, proposto pela UE, com efeitos a 29 de Março de 2019. No entanto, o documento não é aceite unanimemente no Reino Unido e verifica-se uma nova onda de demissões, incluindo a de Dominic Raab, secretário do Brexit.

9 de julho de 2018 - David Davis, Secretário de Estado para a Saída da União Europeia, demite-se e é substituído por Dominic Raab. Theresa May faz um discurso na House of Commons acerca da saída da UE e destaca o "plano Cheqeurs”, uma proposta que constituirá a base para as negociações com a UE para uma saída com acordo após a saída do Reino Unido da UE a 29 de março de 2019. As demissões de David Davis e Boris Johnson, ministro das Relações Exteriores, estão relacionadas com este plano. 
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8 de dezembro de 2017 - foi alcançado o primeiro acordo entre a União Europeia e o Reino Unido. O primeiro documento institui que não haverá "fronteiras rígidas” entre o Reino Unido e a Irlanda, os direitos dos cidadãos da UE no Reino Unido e cidadãos britânicos na UE serão protegidos e o chamado "projeto de divórcio" custará cerca de 39 mil milhões de libras.

8 de junho de 2017 - o Partido Conservador perde a maioria na Câmara dos Comuns, o que torna muito mais difícil para Theresa May aprovar leis futuras.

18 de abril de 2017 - Theresa May convoca inesperadamente uma eleição geral para junho. As sondagens prevêem uma vitória do Partido Conservador.

29 de março de 2017 - o Reino Unido informou o Conselho Europeu da sua intenção de sair da UE, acionando assim oficialmente o artigo 50.º do Tratado da União Europeia. Começa a contagem decrescente de dois anos para o Brexit.
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2 de outubro de 2016 - A primeira-ministra Theresa May anuncia que o Reino Unido deixará a UE em 29 de março de 2019.

13 de julho de 2016 - Theresa May é eleita a nova primeira-ministra britânica. David Davis é selecionado como Secretário de Estado para a Saída da União Europeia. 

23 de junho de 2016 - Realizou-se no Reino Unido um referendo sobre a permanência do país na União Europeia (também conhecido por referendo sobre o Brexit). 52% dos votantes revela-se a favor da saída do Reino Unido. David Cameron apresenta a sua demissão do cargo de primeiro-ministro.

20 de fevereiro de 2016 - Após negociações, David Cameron anuncia que o referendo prometido será feito a 23 de junho de 2016.
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8 de maio de 2015 – Os conservadores vencem as eleições gerais.

14 de abril de 2015 – Os conservadores publicam o seu manifesto para as eleições gerais de 2015 e anunciam uma  "Real change in our relationship with the European Union” e comprometem-se com a realização de um referendo no final de 2017.
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23 de janeiro de 2013 – Numa entrevista à Bloomberg, o primeiro-ministro David Cameron discute o futuro da União Europeia e declara-se a favor de um referendo com o objetivo dos britânicos dizerem se querem ficar ou sair da União Europeia. 
Fontes:
Nigel Walker, Commons Briefing papers CBP-7960, UK Parliament https://researchbriefings.parliament.uk/ResearchBriefing/Summary/CBP-7960#fullreport 
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